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Moda na Dança de Salão

Para a 3ª edição da revista Dança em Pauta, nossa equipe produziu um editorial de Moda na Dança de Salão, algo inédito no Brasil. Para isso contamos com uma equipe incrível, que não mediu esforços para atingir o melhor resultado.

No vídeo abaixo você confere os bastidores desta produção. Fica aqui o nosso agradecimento a todos os envolvidos que estão na relação abaixo:

Fotógrafo
Fotógrafo: Daniel Tortora
Produção e Stylist: Yeda Priscila
Maquiagem: Juliana Davanso
Modelos: Kelly Tortora, Jall Martins, Luiza Mitsue Narazaki, Luiz Gustavo Dalazen, Natália Montoni, Edmar Navarro, Marcia Móta e Samuel Samways
Vídeo: Lucas Pelá
Locações: Zapata Mexican Bar e Escola de Dança Edson Carneiro
Direção geral: Keyla Barros e Deborah Godoy

Nossa equipe: Lucas, Deborah, Keyla, Yeda, Juliana e Daniel

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  1. Ahhhh… o “arrasta pé” … Acho que é o melhor termo pra definir o forró. Daí já podemos chegar a uma simples conclusão, devemos estar com o pé bem rasteiro ao chão pra facilitar todos os movimentos, tanto para o par quanto para os outros casais. Quem já foi num forró sabe que é não sobra muito espaço e conduzir sua dama pra um giro ou um movimento mais arrojado, acaba tornando-se um desafio. Mas se elas estiver usando um calçado adequado (sapatilha, sapato baixo, rasteirinha, etc.) ela vai tirar de letra e caso erre o passo, vai dar um pequeno pisão no pé de alguém que estiver dançando próximo e sem maiores problemas essa pessoa vai dizer: “não foi nada” com um belo sorriso no rosto. Agora, se essa mesma situação acontecer com uma dama que está usando erroneamente um baita salto alto, é bem provável que não aconteça algo bom, tipo um empurrão, um outro pisão de troco, ou quem sabe um desabafo tipo: “NÃO SABE DANÇAR E AINDA VEM DE SALTO!!!”
    Enfim, acho que as mulheres ficam mais elegantes, bonitas, atraentes quando estão de salto, mas não no forró.
    O forró é uma dança que sugere a simplicidade e se a proposta desse editorial é fazer com que você se sinta bem usando seu estilo, vá sim com seus piercing, seu cabelo pintado de azul, com uma blusinha de oncinha e até um lenço no pescoço, mas siga meu conselho, use uma rasteirinha no pé. Tenho certeza que fugirá do estereótipo, mas estará muito mais a vontade, confortável e terá muito mais desenvoltura para acompanhar os movimentos sugeridos pelo seu parceiro.

    Beijo a todos e parabéns pela revista.

  2. Na verdade concordo com o comentário da Fernanda, fui de salto no forró uma vez porque achei que ninguém ia de rasteirinha e na verdade bastante gente usa sapatilha ou rateirinha, dai fiquei mais a vontade até porque prefiro sapatilha, de qualquer forma cada um vai com o que se sentir melhor, mais voto em não ir de salto, afinal a proposta do forró pra mim é simplicidade.

  3. A Juliana falou bem algumas meninas acham que estão abafando no forró de salto, mas na verdade está deselegante, porém o oposto disso também pode ocorrer, ou seja meninas que dançam muitoooooo bem de salto, eu mesma não me sinto bem de rasterinha pq minha vida inteira fiz aulas com salto. Então ainda acho valida a dica pra salto no forró, pq no meu caso se encaixa e acho que essa é a proposta. A revista está de parabéns. Tb espero ver mais dicas. Ps: Amei o visu de Zouke.

  4. “É muito legal a iniciativa da revista. Acho bacana cada um ter seu estilo, porém acho válido registrar que algumas pessoas não combinam com o salto, nem pra andar quem dirá para dançar e no forró é visível que algumas meninas acabam perdendo o tempo da música por acharem que estão bem em cima do salto. Por isso, também não concordo com o salto no forró.”

  5. Muito bacana a ideia do editorial, totalmente inovadora, meus parabéns a todos os profissionais envolvidos. A gente realmente tende a seguir o padrão e não nosso próprio estilo. Vou começar a seguir mais os meus instintos e se quiserem dar mais dicas de moda serão bem vindas…rs

  6. Oi Fernanda,

    Respeitamos sua opinião e ela fica registrada aqui. Super válido o seu comentário, é exatamente o resultado que esperávamos com este editorial, que cada um se vista de acordo com o seu estilo. Mas lembramos que a ideia do editorial, como descrevemos no texto de abertura do mesmo, foi justamente fugir dos estereótipos de cada ritmo. Ou seja, “isso tem cara de forró”, “aquilo tem cara de samba”. O que propomos é que as pessoas não se prendam a isso, e procurem dar prioridade ao seu estilo pessoal, a roupa que as faz sentir bem. Afinal, dançar é um prazer que fica mais gostoso ainda quando você está se sentindo bem consigo mesma.

    um abraço de toda nossa equipe

  7. Olá,
    estava prestigiando o site e vi a matéria: Pra sair dançar, forró…
    Eu não gostei do look. Na verdade a saia e a blusinha combinam, mas o salto não… Quem é que gosta de ir no forró e levar pisões de salto? Além de que no nordeste, as meninas dançam de rasteira ou sapatilha. Isso sim tem cara de forró e não o salto.

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