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Elektra: nova sapatilha da Só Dança revoluciona a experiência de dançar em pontas

Desde que a marca Só Dança anunciou em suas redes sociais o lançamento da sapatilha de ponta Elektra no Brasil, a curiosidade e o desejo de bailarinas por todo o país foram aguçados.

As perguntas são muitas – em meio a muitos “emotions” de coração também -, mas a empresa está mantendo um pouco do suspense para o grande lançamento que vai acontecer na Feira da Sapatilha do 37º Festival de Dança de Joinville, de 16 a 27 de julho. (A sapatilha já está em exposição no 27º Passo de Arte Grand Prix, que vai até 15/07, em Indaiatuba-SP)

Para matar um pouquinho da curiosidade e dar uma mostra do que o público irá encontrar na Feira da Sapatilha, o Dança em Pauta conseguiu informações pra você que não está aguentando de ansiedade.

Mas não conta pra ninguém tá?!

The pointe of reinvention

Em português, “A ponta da reinvenção”, é assim que a Só Dança vem divulgando a Elektra, uma sapatilha que une a estética clássica à engenharia contemporânea para quebrar paradigmas e revolucionar a experiência do dançar nas pontas.

De acordo com a marca, a Elektra chega para marcar uma nova geração para as sapatilhas de ponta. Para entender melhor, vamos voltar um pouco ao passado.

No século XIX, as sapatilhas de ponta eram de papel machê, comumente feitas com juta, papel e cola e levavam bastante tempo para se ajustar aos pés. Era preciso manipular e “quebrar” a sapatilha e, às vezes, se empregava uma pasta de endurecimento para chegar ao resultado ideal para uso, que, uma vez atingido, durava muito pouco tempo. Já no século XX, as sapatilhas passaram a ser fabricadas em monobloco. Usando elastômero termoplástico, criou-se um sistema único de palmilha e box com acabamento em espuma de poliuretano. O resultado foi uma aparência mais bonita desde o primeiro uso, “amaciar” a sapatilha se tornou um pouco mais fácil, e a vida útil, no auge de calçabilidade, aumentou. Entretanto, a articulação dos pés ainda sofre, pois as bailarinas tendem a pular para chegar a ponta, até amaciar a sapatilha.

E então, chegamos ao século XXI e as sapatilhas de ponta novamente evoluem com a chegada da Elektra. Estudando fisicamente a anatomia e o apoio que as bailarinas necessitam, considerando cada milímetro e fração, e utilizando materiais revolucionários, a Elektra já vem pronta para dançar, dispensando a necessidade de “quebrar” a palmilha ou amaciar o box. Isto se deve a cinco componentes chave:

1- Anel:

Um suporte adicional é criado por um Anel que envolve os dedos dos pés e é feito de um material mais denso do que o resto do box, proporcionando um apoio essencial. A forma em U criada por este Anel dá a sustentação desejada, além de uma aparência e sensação que as bailarinas nem imaginam. Elas experimentam a perfeição no movimento de subir e descer da ponta. As asas laterais mais longas também são essenciais para complementar o suporte oferecido e a forma plana do box. A pressão e atrito nos dedos são reduzidos por essa característica fundamental;

2- Shanks removíveis:

Para garantir perfeito ajuste, as bailarinas terão a opção de escolher entre 2 resistências: Flex ou Firm. Além disso, para cada uma dessas resistências, estão disponíveis 5 opções de shanks, que são as palmilhas da sapatilha. Algumas bailarinas usam palmilha um tamanho menor do que a sapatilha de ponta em si. Além disso, elas, geralmente, têm um pé “bom” e um “melhor”. Essas situações são de fácil solução se usarem duas shanks diferentes – trocando comprimentos, resistência ou ambos. Dependendo do tipo de variação, aula, etc, a bailarina pode precisar de uma palmilha mais dura ou mais macia. Isso também é facilmente solucionado com os elementos customizáveis da Elektra;

3- Estética elegante:

Com perfil baixo e calcanhar suave, as rugas são reduzidas ao mínimo, criando um belo formato. Essencialmente, a Só Dança criou uma sapatilha quase sem costuras, eliminando as costuras central, do calcanhar e o revestimento do cordão elástico. Essas características acentuam a forma dos pés, proporcionando uma linha elegante e fina à aparência geral dos pés nas pontas;

4- Borda elástica:

O cordão elástico foi eliminado e substituído por um elástico inserido em toda a borda da Elektra, acabando com a pressão sobre o tendão de Aquiles (reduzindo o risco de tendinite) e sobre o calcanhar (minimizando a possibilidade de esporões);

5- Sem maus odores:

A Elektra tem ainda um revestimento antimicrobiano que absorve a umidade, oferecendo acabamento superior e aumentando a qualidade e a sensação de conforto. Mesmo quando os pés transpiram e ficam úmidos, o forro não esquenta e mantém suas propriedades antideslizantes.

Enfim, uma sapatilha que une beleza e durabilidade a uma mecânica que permite a bailarina executar o movimento perfeito, passando da meia-ponta à ponta, encontrando e mantendo-se no eixo e trabalhando toda sua musculatura.

Quer saber mais? Visite o estande da Só Dança na Feira da Sapatilha, em Joinville, que estará oferecendo o serviço de fitting com o fisioterapeuta José Luiz Bastos, ou então, aguarde nossa matéria na TV Dança em Pauta com a cobertura deste lançamento!!

P.S.: Ah! Não podemos deixar de comentar sobre a caixa da sapatilha Elektra, não é um charme?!

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Jornalista formada pela Universidade Tuiuti do Paraná, atuando na área desde 1997 como repórter, redatora e assessora de imprensa. Em 2010, lançou o site Dança em Pauta com a proposta de empregar seu conhecimento em comunicação para divulgar a dança. Trabalhou em publicações segmentadas em Curitiba e São Paulo. Desde 2004, desenvolve trabalho de assessoria de comunicação para profissionais e empresas atuando no planejamento e execução de estratégias de comunicação interna e externa, produção de conteúdo, publicações corporativas e assessoria de imprensa.

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